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Para nada, como o lince — Jean-Marie Gleize (1946-2026)
Tradução de Marcelo Jacques de Moraes Capa da Revue Nioques, n° 33, dezembro de 2025. Para nada, como o lince Sim, habitamos vossas ruínas mas. Vou me expressar com simplicidade, ou mesmo com ingenuidade, a respeito de uma pergunta sem resposta, e a partir de uma experiência de escrita marcada sobretudo pelo sentimento de que ela é forçada (obscuramente forçada), e menor (socialmente menor), e incerta (politicamente incerta). Politicamente incerta, porque está tão
LAPO FRAN
15 de mar.15 min de leitura


Nome de um cão ou o direito natural — Emmanuel Lévinas
Texto de Emmanuel Lévinas que conta um pouco de sua experiência em um campo de prisioneiros durante o Holocausto. Tradução de Renata Villon.

Renata Villon
21 de mar. de 20226 min de leitura


Como os pássaros se calaram — Marielle Macé
Ensaio de Marielle Macé traduzido por Sérgio Alexandre Novo Silva e Tatiane França.

Tatiane França
29 de set. de 202120 min de leitura


Os cães se aproximam, e se afastam — Jean-Marie Gleize
Artigo de Jean-Marie Gleize, traduzido por Renata Villon.

Renata Villon
13 de ago. de 202117 min de leitura
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